
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Educação e Cabresto
Educação e Cabresto
Por Renata Pacheco
Educação. Que palavra é essa que se pode aplicar de varias formas? Pode-se dizer em sentido de educar tal qual um professor. É aceito também dizer que Educação é algo que vem de berço. Vinha, no meu tempo, no seu ou no tempo da vovozinha. Hoje, ela não vem de berço não, muitas vezes esse berço nem existe mais!
É comum e muito comum, presenciarmos cenas de crianças e adolescentes desrespeitando pessoas mais velhas e olha que nem estou falando dos seus próprios pais. Pais: vítimas e ou vilões?
Todos ou quase todos, no mundo moderno ditam uma educação também moderna. Moderna e falida. É nítido que o tal direito adquirido por somente ser humano tenha sido tão deturpado que chegou por confundir a cabeça de senão, quase todos os garotos (as), jovens, adultos e idosos. Há uma completa inversão de papéis. Filhos que mandam, ignoram e até batem em seus pais; os mesmos filhos que desprezam, perturbam, intimidam e até agridem seus professores fazendo da escola seu Quartel General. A impotência que rege esses pais acaba por ser passada para as gerações de professores que terminam por assumir mais um papel (além de já serem pais, psicólogos) o de serem reféns. Reféns de alunos agressivos e pais coniventes. Pessoas que se apóiam em seus fatídicos direitos, mas que se esquecem que como cidadãos que são, devem a quem se tem direito, por direito.
O Estado criou uma situação séria de impunidade quando passou a imagem que toda criança (adolescente/jovem) tem direito de estudar a qualquer custo e esse custo esta muito alto. Cada vez mais estudantes “concluem” os estudos sem sequer saber que China e Japão são dois países totalmente diferentes. Muitos nem assinam o próprio nome direito. Mas estudou né?! A qualquer custo. “Professores não reprovam em sala porque a vida já os reprova o suficiente”.
E como diria um grande amigo meu: “ A luta continua” e vamos seguindo com o sistema “emburrecendo” à todos para que assim finalmente possa ser colocado novamente e totalitariamente o cabresto em cada um de nós brasileiros que somos sinônimos de luta e perseverança.
Por Renata Pacheco
Educação. Que palavra é essa que se pode aplicar de varias formas? Pode-se dizer em sentido de educar tal qual um professor. É aceito também dizer que Educação é algo que vem de berço. Vinha, no meu tempo, no seu ou no tempo da vovozinha. Hoje, ela não vem de berço não, muitas vezes esse berço nem existe mais!
É comum e muito comum, presenciarmos cenas de crianças e adolescentes desrespeitando pessoas mais velhas e olha que nem estou falando dos seus próprios pais. Pais: vítimas e ou vilões?
Todos ou quase todos, no mundo moderno ditam uma educação também moderna. Moderna e falida. É nítido que o tal direito adquirido por somente ser humano tenha sido tão deturpado que chegou por confundir a cabeça de senão, quase todos os garotos (as), jovens, adultos e idosos. Há uma completa inversão de papéis. Filhos que mandam, ignoram e até batem em seus pais; os mesmos filhos que desprezam, perturbam, intimidam e até agridem seus professores fazendo da escola seu Quartel General. A impotência que rege esses pais acaba por ser passada para as gerações de professores que terminam por assumir mais um papel (além de já serem pais, psicólogos) o de serem reféns. Reféns de alunos agressivos e pais coniventes. Pessoas que se apóiam em seus fatídicos direitos, mas que se esquecem que como cidadãos que são, devem a quem se tem direito, por direito.
O Estado criou uma situação séria de impunidade quando passou a imagem que toda criança (adolescente/jovem) tem direito de estudar a qualquer custo e esse custo esta muito alto. Cada vez mais estudantes “concluem” os estudos sem sequer saber que China e Japão são dois países totalmente diferentes. Muitos nem assinam o próprio nome direito. Mas estudou né?! A qualquer custo. “Professores não reprovam em sala porque a vida já os reprova o suficiente”.
E como diria um grande amigo meu: “ A luta continua” e vamos seguindo com o sistema “emburrecendo” à todos para que assim finalmente possa ser colocado novamente e totalitariamente o cabresto em cada um de nós brasileiros que somos sinônimos de luta e perseverança.
Secos & Molhados
SECOS & MOLHADOS
Por Renata Pacheco
Nos dias de hoje o que mais se ouve falar é sobre mudanças climáticas, aquecimento global, efeito estufa e tudo o que é ligado ao meio ambiente que se tornou a bola da vez.
Neste final de ano, nós brasileiros fomos informados ou vivenciamos vários acontecimentos ditos como naturais e que nunca antes foram vistos, não da maneira que aconteceu. A voracidade das águas que não eram de março atingiu SC, RJ e MG quase que simultaneamente.
A tristeza comoveu a todos, mas o desespero escolheu somente algumas centenas de brasileiros em especial, talvez para que aprendessem a suportar melhor a dor de recomeçar, ou ainda talvez para que se pudesse colocar em prática a boa e velha lição de “Pollyana” que tirava sempre algo de bom de qualquer situação que lhe surgisse.
Parece que é só isso que nos resta, ao nos deparar com a “onipotência” enfurecida da natureza, que vem arrastando tudo, inclusive pedaços de vidas. Será Deus o responsável por isso, já que Ele é o criador de tudo inclusive da natureza? Creio que não.
Hoje são as águas que nos assustam, porém, a seca assombra varias famílias há anos em regiões do Nordeste. Há quem diz que a seca do nordeste é o gancho preferido dos marqueteiros, já que política se faz de popularidade, e quem não se torna popular ao prometer que o sertão pode até virar mar?
O que assusta mais é ver um grande estado que nunca sofreu com a seca, virar refém dela agora. Um estado que já clamou por independência do seu país ter que fechar as portas de prefeituras a fim de economizar para conseguir levar água e comida para seus habitantes. Mas será que este estado irá “vestir” o que o destino o trouxe, assim como os nordestinos? Ou será que exigirá novos projetos de desenvolvimento sustentável para evitar espalhar junto com a seca, a fome e a miséria?
Estamos diante de um novo dilema: o fim da seca no nordeste seria o fim de grandes estratégias políticas e por outro lado, o inicio de obras visando o desenvolvimento sustentável, seria talvez o fim de uma grande discussão sobre uma nova independência brasileira. Portanto, como o direito a vida é para todos, não seria justo só um sair ganhando, há de se pagar pra ver.
Por Renata Pacheco
Nos dias de hoje o que mais se ouve falar é sobre mudanças climáticas, aquecimento global, efeito estufa e tudo o que é ligado ao meio ambiente que se tornou a bola da vez.
Neste final de ano, nós brasileiros fomos informados ou vivenciamos vários acontecimentos ditos como naturais e que nunca antes foram vistos, não da maneira que aconteceu. A voracidade das águas que não eram de março atingiu SC, RJ e MG quase que simultaneamente.
A tristeza comoveu a todos, mas o desespero escolheu somente algumas centenas de brasileiros em especial, talvez para que aprendessem a suportar melhor a dor de recomeçar, ou ainda talvez para que se pudesse colocar em prática a boa e velha lição de “Pollyana” que tirava sempre algo de bom de qualquer situação que lhe surgisse.
Parece que é só isso que nos resta, ao nos deparar com a “onipotência” enfurecida da natureza, que vem arrastando tudo, inclusive pedaços de vidas. Será Deus o responsável por isso, já que Ele é o criador de tudo inclusive da natureza? Creio que não.
Hoje são as águas que nos assustam, porém, a seca assombra varias famílias há anos em regiões do Nordeste. Há quem diz que a seca do nordeste é o gancho preferido dos marqueteiros, já que política se faz de popularidade, e quem não se torna popular ao prometer que o sertão pode até virar mar?
O que assusta mais é ver um grande estado que nunca sofreu com a seca, virar refém dela agora. Um estado que já clamou por independência do seu país ter que fechar as portas de prefeituras a fim de economizar para conseguir levar água e comida para seus habitantes. Mas será que este estado irá “vestir” o que o destino o trouxe, assim como os nordestinos? Ou será que exigirá novos projetos de desenvolvimento sustentável para evitar espalhar junto com a seca, a fome e a miséria?
Estamos diante de um novo dilema: o fim da seca no nordeste seria o fim de grandes estratégias políticas e por outro lado, o inicio de obras visando o desenvolvimento sustentável, seria talvez o fim de uma grande discussão sobre uma nova independência brasileira. Portanto, como o direito a vida é para todos, não seria justo só um sair ganhando, há de se pagar pra ver.
Assinar:
Postagens (Atom)


