domingo, 16 de janeiro de 2011

O melhor Video de Exemplo de Vida

sábado, 15 de janeiro de 2011

Tsunami no Rio

O TSUNAMI DO DESCASO - POPULAÇÃO FLUMINENSE, VENHA "PINTAR" O PALÁCIO GUANABARA DE VERMELHO.

O descaso do governo estadual e dos governos municipais com a segurança da população fluminense, realidade que se evidenciou principalmente nas tragédias de Angra dos Reis, do Morro do Bumba (Niterói) e na Região Serrana, DETERMINA que os governantes sejam devidamente responsabilizados.
A irresponsabilidade é tão grande que providências relacionadas com a tragédia de Angra dos Reis, ainda não foram implementadas, um ano depois do fato. Além disso, as famílias que sobreviveram à tragédia do Morro do Bumba, estão praticamente desassistidas (vídeo).
Diante dessa realidade, realizaremos no dia 19 JAN 2011, quarta-feira, a partir das 12:00 horas, um ato cívico-democrático que representará a "pintura" do Palácio Guanabara na cor "sangue".
O ato será ordeiro e pacífico, não causando qualquer dano, pois na realidade revestiremos as árvores situadas nas proximidades do Palácio Guanabara com papel crepom de cor vermelha, que será afixado com fita adesiva para não prejudicar os vegetais.
A ideia é simular um enchente que deixou marcas nas árvores.
O TSUNAMI DO DESCASO!
Após o ato todo material será retirado das árvores.
Data: 21 JAN 2011.
Local: Palácio Guanabara - Rua Pinheiro Machado, 83 - Laranjeiras - Rio - RJ.
Início do revestimento das árvores: 10:00 horas.
Dispositivo pronto: 12:00 horas.
Término: 14:00 horas.
Divulguem!
Encaminhem por email e comentem nas redes sociais.
Participem!
Basta trazer a sua folha de papel crepom vermelho e a fita adesiva.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO


PS - O deputado Wagner Montes irá receber uma comissão de esposas e pensionistas de PMs e BMs (leia).

O PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO Jô Soares

O PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO
Jô Soares

O material escolar mais barato

que existe na praça é o

PROFESSOR!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.
Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.

*É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça
a ele!*

*Esta é para ser repassada mesmo.

sábado, 8 de janeiro de 2011

PROJETO Meio Ambiente 2009

Projeto Educação Sexual


SEXA por VERÍSSIMO

Sexa

Luís Fernando Veríssimo

- Pai…
- Hmmm?
- Como é o feminino de sexo?
- O quê?
- O feminino de sexo.
- Não tem.
- Sexo não tem feminino?
- Não.
- Só tem sexo masculino?
- É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.
- E como é o feminino de sexo?
- Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
- Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino.
- O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra “sexo” é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.
- Não devia ser “a sexa”?
- Não.
- Por que não?
- Porque não! Desculpe. Porque não. “Sexo” é sempre masculino.
- O sexo da mulher é masculino?
- É. Não! O sexo da mulher é feminino.
- E como é o feminino?
- Sexo mesmo. Igual ao do homem.
- O sexo da mulher é igual ao do homem?
- É. Quer dizer… Olha aqui. Tem o sexo masculino e o sexo feminino, certo?
- Certo.
- São duas coisas diferentes.
- Então como é o feminino de sexo?
- É igual ao masculino.
- Mas não são diferentes?
- Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.
- Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.
- A palavra é masculina.
- Não. “A palavra” é feminino. Se fosse masculina seria “O pal…”
- Chega! Vai brincar, vai.
O garoto sai e a mãe entra. O pai comenta:
- Temos que ficar de olho nesse guri…
- Por quê?
- Ele só pensa em gramática.

Em: “Comédias para se Ler na Escola”.

Mais do Mesmo

Mais do Mesmo

Por

Renata Pacheco Francisco

O atual governo do estado do Rio de janeiro vem nos últimos anos implantando mudanças na área da educação a fim de melhor atender os alunos bem como os professores.

Nossas escolas agora têm microfones para os professores, internet com um computador para cada aluno, e as equipes do projeto climatizando trabalham nas escolas padronizando as salas para receberem os ares condicionados. A intenção é proporcionar um local de trabalho agradável e um ambiente tranqüilo para os alunos estudarem. Quando começar a funcionar realmente o objetivo poderá até ser atingido. Mas esse projeto ainda não decolou.

Existem algumas divergências quanto à objetividade desse investimento gigantesco e as reais necessidades das escolas e da classe dos professores. Enquanto que para umas escolas essas novidades seriam complementares, para outras, complementares seriam mais refeições e uniformes para as crianças carentes enfrentarem o frio. Como acontece em todo o país a desigualdade gera prioridades sendo assim há que se preferir comer e não morrer de frio.

Existem outras situações sérias que o governo deveria se ater. Por exemplo, o desrespeito dos alunos para com os professores e funcionários da escola. Essa falta de respeito é reflexo da impunidade, já que tais alunos estão amparados num estatuto obsoleto que despreza o fato de que os direitos adquiridos geram deveres a serem cumpridos e estes na verdade são sufocados pelo descaso dos competentes a fazer valer os direitos dos docentes.

É comum a mídia notificar situações de agressões verbais e físicas sofridas pelos professores da rede pública. A escola vem deixando de ser uma unidade formadora de indivíduos de caráter, cheios de responsabilidade e de valores, para se tornar ponto de tráfico e ringue de lutas entre gangues. Docentes, viram reféns de discentes, e são calados pelos microfones e modismos do século novo e nem mesmo trabalhando são recompensados. Aumento descente é algo lúdico entre a classe, virou até chacota.

Uma vergonha! Um profissional com ensino superior ter que se submeter a um salário praticamente mínimo e ainda servir de alvo para uma corja disfarçada de estudantes que não responde por seus atos porque são menores. Isso é um absurdo! Talvez seja essa a explicação para um número cada vez maior de exonerações de professores ocorridas no estado.

Para aquele que crê em Deus reze, e aos demais, coragem para seguir em frente agradecendo por não ter que viver “o Cálice” de Chico Buarque. Mas com certeza podendo esbanjar poesia e dizer que apesar de Você, amanhã há de ser outro dia!